Revista TPM

 
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Postado em 24.05.2010 | 18:06 | Lia Bock
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Imagem: Yoshitomo Nara

Yoshitomo Nara

Dar vazão à sua raiva é muitas vezes um ótimo jeito de mostrar que aqui se faz, aqui se paga! Nada grave. Quatorze frases com as quais podemos cutucar (arranhar ou ferir) um homem:

- Minha mãe quer falar com você.

- Só vou ali dançar no palquinho e já venho.

- Hoje não estou a fim...

- Faz 15 dias que a gente transa!

- Sua irmã é muito chata.

- Não consigo usar aquele vestido que você me deu... dei pra Mari.

- Você não me conhece!!! Tá?

- Vai fumar OUTRO cigarro??

- Deixa de ser cagão.

- Resolvi dar uma esticadinha na night, nos vemos amanhã!

- Vamos dividir uma salada de atum?

- Você ronca.

- Emprestei aquele seu livro para um amigo.

- Não te atendi porque esqueci o celular no carro

 

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Postado em 18.05.2010 | 21:06 | Lia Bock
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da internet

Cafajeste só é ruim quando não está apaixonado. Porque não há nada melhor do que um belo cafa te amando! Vem com as habilidades de um bom namorado ou marido, somadas às mil e uma utilidades de um homem solteiro. Cafa que é cafa, quando está amando, dá presente, faz surpresa e leva café na cama. Tudo isso ao módico valor de sumir de vez em quando, “esquecer o celular” ou “viver sem bateria”. Se vale a pena? Só você poderá dizer. E também... varia de cafa pra cafa. Algumas marcas são mais aprimoradas que outras. No geral os mais vintages equilibram melhor... os pratos. Agora, não tente nunca transformar um cafajeste em um marido padrão. Atitudes policialescas podem fazer com que você perca justamente a parte boa da história (as surpresas, o café na cama...). Porque a parte cafa, essa querida, não desgruda jamais. Então, nesta hora é preciso treinar o despego e entrar na teoria meta-física de que só o que a gente vê existe. O resto, bem, o resto não se comprova porque não vemos e pronto. Melhor mudar de assunto: “amor passa o sal”. E repare bem: se o seu cafajeste começa a chegar cedo em casa muitas vezes por semana e ficar acessível demais, isso refletirá diretamente no combo que você adquiriu. Quando mais cedo, menos mimo. Quanto mais acessível, menos sexo na mesa do jantar. Daí exija o seu cafajeste de volta!

 

 

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Postado em 11.05.2010 | 14:05 | Lia Bock
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da internet

Apimentar o relacionamento é muito lindo na teoria. É lindo também quando você está no sex shop se sentindo uma mulher do século XXI. É lindo quando você liga para as amigas e pergunta se é melhor a cinta-liga preta ou rosa-choque. É lindo quando você acende as velas e toma o primeiro gole do espumante. O perigo está mesmo na hora H. Se, por algum acaso (mesmo que pequeno), o namorado brigou com o chefe no trabalho, bateu o carro no caminho, passou a tarde dando assistência para a mãe que teve um piripaque, seus planos de surpreender com gosto de pimenta dedo-de-moça podem não só ir por água abaixo, como deixar um trauma eterno! Em você, não nele! Nada pode ser pior do que estar no ponto para uma noite de amor picante e ver o cenário se transformar em uma pegadinha do Faustão! Nada pior do que acender a luz e tirar a própria cinta-liga para assistir um filme qualquer no telecine. E pior do que a frase “amor, hoje não estou no clima, meu dia foi um caos, faz um cafuné?” é a cara que vem antes disso. Aquela expressão de surpresa e pânico como quem pensa: “o que eu faço agora?” e “hoje não, pelo amor de deus!” ficam na memória de uma mulher para toda a eternidade, impossibilitando qualquer coisa que se assemelhe a “isso” nos próximos 120 anos. PS: o mesmo vale para algemas, fantasia de enfermeira, mulher-gato e afins. Ps2: Este texto não é uma ode a mesmice, mas seja uma mulher prevenida, escolha o momento certo ou avise que hoje a noite teremos uma surpresa!

 

 

 

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Postado em 04.05.2010 | 18:06 | Lia Bock
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da internet

Quer saber a quantas anda a paciência do seu parceiro? Tire o celular do bolso na mesa de um jantar a dois, fixe os olhos na tela e tecle! Depois, analise a reação do outro com parcimônia, se ele ainda estiver lá, claro! É fato: hoje vivemos uma maldição da era digital! Alguns garantem que é a vingança das máquinas contra os humanos: tortura lenta e gradual! O aparelho toca num horário estranho. Ponto pra tecnologia, acaba com o nosso dia - ou com a semana... se for na madruga acaba até com o mês! Emails, twitter, facebook, google e SMSs dos infernos... tudo dentro da bolsa. Uma tentação para os mais conectados. Sofrimento e ódio para o cônjuge. E se não é o do outro, é o seu que dá gafe quando não deveria... Pior para os dois, para alegria dos inimigos eletrônicos! Quantos relacionamentos não foram fria e lentamente assassinados por um pequeno aparelho celular? Quantas noites não foram necessárias para explicar que “aquilo” não era bem “isso”? Quantas férias já não foram interrompidas por uma briga por causa do apego à causa digital? E a pergunta é sempre a mesma. Dela pra ele, dele pra ela, dela pra ela e afins: o que tanto você futuca nessa merda?? É a vingança alada das máquinas, mas por quê?? O que nós fizemos para elas quererem acabar com nossa paz conjugal? Ciúmes, talvez... Será que os celulares nos querem só pra eles? Estamos quase lá. Mais um pouco e haverá mais gente jantando com o smartphone do que com namorados, esposas e parceiros que não tenham a opção "silenciar".

 

 

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