Revista TPM

 
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Postado em 30.01.2010 | 01:01 | Ana Manfrinatto
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Che, te pido un licuado de blueberry con ananá?

Che, te pido un licuado de blueberry con ananá?

Exagero? Que nada... Hoje à tarde a temperatura em Buenos Aires era de 37º, sendo que a sensação térmica, devido à umidade, faz com que as caminhadas pela cidade sejam uma verdadeira cruzada em meio ao Saara. Fica aí o post prometido com a lista de lugares pra se jogar num suquinho refrescante!

A revista OHLALÁ elencou os quatro melhores lugares de Buenos Aires para tomar sucos naturais, que são chamados de “licuados”. Se você mora no Brasil e acha que esta informação é irrelevante, explico: diferente da terra brasilis, lugar com uma barraquinha de suco em cada esquina, na Argentina as pessoas não tem costume de tomar sucos naturais e, além do mais, eles são caríssimos.

Um “exprimido de naranja” (suco de laranja natural) nunca custa menos de dez pesos argentinos. As prateleiras do supermercado também dão depressão... Só tem suco de caixinha de laranja, pomelo, pêssego, pêra, maçã e o intragável multifruta. Quem salva a minha vida é o Citric, de laranja, o único de caixinha que é natural e não tem açúcar.

Ou seja, suco é um luxo! Sobretudo pra mim, que adoro acordar de manhã, entrar numa padóca, olhar para as frutas penduradas no teto e pedir um suco de laranja com morango (sem açúcar, claro!) e um pão com manteiga na chapa.

Entendeu o drama? Mora em Buenos Aires e compartilha do mesmo problema?
Então vai lá:

Pura Vida
Uriburu nº 1489
A recomendação é o “Tango tropical”: abacaxi + morango + banana + papaya + suco de laranja. Meio litro sai por $11.

Buenos Aires Verde
Gorriti nº 5657
A revista indica o “Súper sano” (super saudável): pera + maca + leite de amêndoas + azeite de chía + espirulina. O copo custa $17.

Vermouth
Nicaragua nº 5602
A OHLALÁ diz que por aí os gostos são mais clássicos como banana com leite e pêssego com laranja. Um copo sai por $8.

Cusic
El Salvador nº 6016
Eles dizem que o mais gostoso é o “Arhielo Canelo”: manga + iogurte + canela por $14 cada copinho.

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Postado em 26.01.2010 | 11:01 | Ana Manfrinatto
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Imagem: Reprodução: Tiago Queiroz/AE

Ninguém entra e ninguém sai mesmo!

Ninguém entra e ninguém sai mesmo!

No antepenúltimo post eu comentei sobre o desmatamento numa área verde aqui perto da casa dos meus pais, correto? Enfim, além de minar com as espécies que ali viviam, ontem à tarde por causa da chuva e um provável percalço que não incluiu planejamento prévio por parte da secretaria do Meio Ambiente; parte da floresta desmoronou e abriu uma cratera no principal trevo de acesso da cidade com o mundo – trevo este que, desde a construção nos anos 70, nunca empoçou uma águinha sequer.

Tem mais de mil desabrigados na cidade, os comércios inundados também... Dá pra sentir o drama assistindo esta matéria aqui.

Enfim, ninguém entra e ninguém sai de Itapevi. Inclusive o barco do Amyr Klink, cujo estaleiro fica no coração da tal floresta, não poderá sair daqui.

E para ir para São Paulo daqui a pouco, vou ter que fazer como o Black Theo no clipe “Itapevi Flor do Oeste”: vou de trem, vou sossegada.

Mil desculpas pela licença poética e por falar de Itapevi em vez de Buenos Aires, ok? E falando em Buenos Aires, se você tiver passando calor por aí (é 40º todo dia naquela cidade!), aguarde o próximo post com os melhores lugares da cidade para tomar sucos de frutas refrescantes!

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Postado em 26.01.2010 | 11:01 | Ana Manfrinatto
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Postado em 22.01.2010 | 16:01 | Ana Manfrinatto
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Hoje à noite rola festa Invasión no Niceto Club. Como tá explicadinho aí no flyer, haverá sets dos DJs Fabian Dellamonica e Villa Diamante. Este último é bacanérrimo: ele mistura eletro com cumbia, folclore argentino e demais ritmos latinos. Aliás, dá pra fazer downloads grátis do último álbum dele no site.

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Postado em 22.01.2010 | 16:01 | Ana Manfrinatto
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Imagem: Leo Nishihata

De pernas pro ar

De pernas pro ar

Mil desculpas, leitor! Há um mês eu não atualizo o Nos Ares porque primeiro teve a loucura de fim de ano, Natal etc. Depois vieram as férias, uma delícia: muita praia, Havaianas full time nos pés, bolinho de bacalhau com cerveja local, tubaína de garrafa, cochilo ao som de Miles Davis, reveillon de branco, pular sete ondinhas, esmalte laranja nas mãos e brinco de strass na orelha para seguir a moda brasileira e por aí vai.

Pena que nem tudo é “for export” no Brasil. Também tive que lidar com situações de violência acontecendo muito perto e mim e com o desmatamento. Sim, desmatamento: no jardim da casa dos meus pais tem aparecido umas aves lindíssimas que cá nunca gorjearam. É que estão desmatando uma floresta aqui perto e elas não tem para onde ir...

E enfim, eu ainda fico mais alguns dias por aqui mas, até chegar em Buenos Aires, prometo postar flyers de festinhas etc. Uma vez mais, sorry pelo sumiço e feliz ano novo!

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