Revista TPM

tamanho da letra
aumentar fonte
diminuir fonte
icone postado
Postado em 15.02.2012 | 14:02 | Ana Manfrinatto
divisão

Divulgação

Tá LINDA essa coleção inspirada nos azulejos do Maranhão. Pena que não vende aqui...

Tá LINDA essa coleção inspirada nos azulejos do Maranhão. Pena que não vende aqui...

Todo mundo adora usar Havaianas. E todo mundo sabe que o mundo inteiro usa. No entanto, o que me chama a atenção aqui na Argentina é o tipo de uso dado ao famoso chinelo.

É que as mulheres o utilizam como se fosse uma rasteirinha. Inclusive para utilizar o transporte público e ir ao trabalho. Não raro eu vejo mulheres bem vestidas, com bolsa de couro, mochila para o notebook e... Havaianas no pé.

Não sei vocês, mas se eu pudesse viveria de Havaianas. No entanto eu a utilizo em casa, para ir ao mercado, para visitar minhas amigas, para passear pelo bairro e até mesmo para ir ao cinema ou a um bar...

Mas não consigo usá-las para ir ao trabalho. E pode ser que eu vá para o escritório de rasteirinha mas, de Havaianas, não. Vocês, brasileiras, me entendem? Caso entendam, imagino que também entenderão porque eu acho curioso que as argentinas dêem o uso de rasteirinha às sandálias que não têm imitação!

divisão
icone postado
Postado em 13.02.2012 | 18:02 | Ana Manfrinatto
divisão

Divulgação

Les conseils des filles rondes et stylées

Les conseils des filles rondes et stylées

 

Uma das notícias de hoje é a revista Elle francesa, que colocou a modelo plus size Tara Lynn de calcinha e blusa de renda na capa da edição de março. No editorial que recheia a revista, intitulado “O Corpo”, Tara aparece exibindo suas curvas como sendo ideais.

Se as curvas são mesmo ideais, isso não vem ao caso. Como dizem aqui na Argentina, “sobre gostos não há nada escrito” e, pra sorte de todos, cada um tem seus gostos e preferências. O que, sim, importa é que existem diferentes tipos de mulheres – e, logo, corpos de mulheres – no mundo e que eles estejam ganhando espaço em publicações que são referência de moda e beleza...

...Uma vez que todo mundo tá cansado de saber que o império do corpo esquálido e/ou siliconado, tudo isso turbinado com muito Photoshop, só faz aumentar uma legião de meninas e mulheres anoréxicas, bulímicas, infelizes.

Minha ausência neste últimos dias aqui Nos Ares se deveu a lindas e merecidas férias onde eu estive, dentre outros lugares e pela primeira vez, em Paris. E eu que imaginava que as deste país eram todas magras, graças à clichês e também ao clássico livro Mulheres Francesas Não Engordam, de Mireille Giuliano; percebi que isso não é verdade.

Quer dizer, elas não são gordas. Mas tampouco são esqueléticas. Ou seja: são normais. E em Paris eu vivi a mesma liberdade e tranquilidade que eu tenho no Brasil quando saio pra comprar roupa. Com raras exceções, meu tamanho de calça é sempre 42 e, de blusa, M.

Digo isso porque eu moro na Argentina, um país onde as mulheres são extremamente magras. A maioria das minhas amigas argentinas almoça salada (sem franguinho grelhado ou queijinho). Ou então uma salada de frutas. A maioria delas também se mata na academia e, as que gostam de comer, o fazem com culpa: mordiscam uma medialuna aqui e comentam “soy una gorda de mierda” acolá.

Não, não estou exagerando. Segundo um relatória da Rede Inter-Hospitalar de Transtornos de Alimentação (RIHTA) de Buenos Aires, depois do Japão, a Argentina apresenta a maior incidência mundial de anorexia e bulimia. Essa matéria explica mais o assunto.

Essa histeria e paranoia coletiva ao redor do peso também está refletida na indústria têxtil, quem produz tamanhos minúsculos e muita numeração única. Tanto que comprar roupa aqui é uma verdadeira odisseia. Mais de uma vez perguntei se havia número maior e a resposta foi “não, não fabricamos”.

Tudo isso pra dizer que achei do c****** comprar roupa em Paris. Assim como a Elle francesa com a modelo gostosona na capa ;-)

divisão
icone postado
Postado em 14.12.2011 | 14:12 | Ana Manfrinatto
divisão

Divulgação

Quero tudo isso na minha sala!

Quero tudo isso na minha sala!

Se você se liga NI grafite, NI stencil e NI street art em geral, não pode perder o evento que abre as portas hoje à noite na galeria Hollywood in Cambodia, em Palermo. Tudo isso porque os manos vão colocar à venda obras de artistas urbanos conhecidos da cena local com preços populares.

Como se não bastasse, veja bem, a galeria fica dentro do Post Street Bar. Ou seja: dá pra levar um trabalho bacana pra casa e, de quebra, tomar uma cerveja ou um fernezinho. “La Gran Barata” é o nome do evento e da minha dica de sucesso.

Vai lá:
“La Gran Barata” de Hollywood in Cambodia
De quarta a domingo das 17h às 21h
Post Street Bar
Thames 1885, Palermo

divisão
icone postado
Postado em 17.09.2011 | 22:09 | Ana Manfrinatto
divisão

Não é incrível a livraria?

Não é incrível a livraria?

Ana Manfrinatto

Nham!

Nham!

Ana Manfrinatto

Maitena, Liniers e Fontanarrosa passaram por aqui.

Maitena, Liniers e Fontanarrosa passaram por aqui.

Mari Pereira

A Fê e eu, cada uma com um boneco.

A Fê e eu, cada uma com um boneco.

Ana Manfrinatto

A Mari também tinha um boneco para brincar!

A Mari também tinha um boneco para brincar!

Leia este título com sotaque caipira bem carregado. É porque eu o escrevi pensando desse jeito. Correto, prossigamos. Tem uma livraria em Palermo que é a coisa mais linda do mundo. A questão é que, até então, eu só havia entrado lá por causa dos livros e CDs e porque o espaço é bárbaro.

Só que hoje eu fui lá tomar café-da-manhã com as minhas amigas para comemorar a volta de uma delas à labuta – a Gina teve gêmeos, que chamamos de bonecos, há três meses – e também porque a mais nova mamãe é chef pâtissier e um dos destinos das suas delícias é, justamente, o café da Libros del Pasaje.

O café itself estava uma delícia e a torta de amêndoas com pêra da minha amiga, um espetáculo. O menu da Gina também inclui cupcakes, bolo de cenoura, bolo de chocolate sem glútem e creme de laranja. Já os croissants, pain au chocolat, etc. servidos por lá são da L’épi, uma das melhores padarias de Buenos Aires.

Outra coisa bacana é uma parede que está no fundo da livraria com várias mensagens escritas por autores e amigos do local e também com desenhos de cartunistas daqui como Maitena, Liniers e Fontanarrosa. Ou seja: delicinha de programa pra quem é turista e também pra quem mora na cidade.

Vai lá:
Libros del Pasaje
Thames 1762, Palermo
De segunda a sábado de 10 às 22h e das 14 às 21h nos domingos e feriados

divisão
icone postado
Postado em 02.03.2011 | 00:03 | Ana Manfrinatto
divisão

Planeta Joy

Hummm...

Hummm...

Que o alfajor é uma delícia argentina recheada de doce de leite (ou não), todo mundo já sabe.  E que Havanna é uma das marcas mais famosas, idem. Tanto é que em São Paulo tem quiosques deles em vários shoppings.

Mas a revista Planeta Joy (sempre ela, eu adoro!) fez uma lista com oito novas marcas de alfajor que vale a pena conhecer. Eles explicam que o mundo do alfajor está dividido em dois: os industriais e os gourmet.

No primeiro grupo estão as marcas mais conhecidas e que trabalham com grande escala e distribuição como Terrabusi, Milka e Jorgito. Já o segundo grupo está formado por uma nova geração de alfajores mais artesanais e que não são encontrados em todos os kioscos.

O meu alfajor preferido, o de chocolate da marca Cachafaz, surgiu há alguns anos e foi o precursor deste segundo grupo e é o mais conhecido deles. Os novos e recomendados são:

Tresam
Vem da cidade de Rosario, é feito com doce-de-leite San Ignacio e o tamanho é extra large. Tem de maizena, chocolate, maizena com cobertura de chocolate e de frutas. Custa 4 pesos.

Don Salvador
Vem da zona oeste da grande Buenos Aires (onde também são feitos os Cachafaz). Tem de chocolate com cacau e o branco: com muuuito doce-de-leite e uma baita de uma cobertura de glacê. Custa 3,50.

Guolis
São da cidade de Balcarce e se animaram a misturar chocolate com fruta (tem de coco, geléia de morango, framboesa e maçã). O recheio de doce-de-leite é aerado, a cobertura é de chocolate meio amargo e tem um persistente sabor de licor. Vale 4,50.

El Gringo
É na Villa Domínico, no sul da grande Buenos Aires, que a iguaria é fabricada. O doce-de-leite é abundante e o chocolate, fantástico. A única questão é que tem que visitar a zona sul pra conseguir comprar um...

Argentino
Como tem que ser: simples e gostoso. O doce-de-leite é delicioso e generoso e a massa derrete na boca. A embalagem simplezinha reforça a ideia de produto artesanal. Custa 4 pesos.

Amaratotto
O mais acessível de todos os alfajores gourmet, sendo que a versão mousse é a mais recomendada. Custa 2,50.

La Recoleta
É a aposta premium da marca La Nirva, que faz produtos menos pretensiosos como os alfajores Grandote (que é um destes comunzinhos de supermercado). Dissolve na primeira mordida e se diferencia pelo chocolate amargo da cobertura e o sabor de laranja da massa. Custa 3,50.

Secretos de Familia
Tem empresa que tenta se posicionar com a ideia de produto artesanal ou regional. Outras, com a tradição familiar. A marca jura de pé junto que a receita do doce-de-leite é de uma avó da família e data de 1917. Vale a pena experimentar. E custa 4 pesos.

divisão
CATEGORIAS

 


ARQUIVO



Páginas: 1 | 2 | 3  próximo »
TAGS