Revista TPM

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Postado em 14.09.2011 | 10:09 | Ana Manfrinatto
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André Cavalcante

Matias e o mar

Matias e o mar

Eu passo o dia inteiro com o e-mail aberto e o que eu mais recebo são releases, newsletters, anúncios de compra coletiva e alguns spams. Também recebo e-mails de amigos e da família, claro, mas são sempre coisas pontuais e/ou burocráticas como combinar um encontro com as meninas depois de 300 e-mails ou colocar alguém em contato com outra pessoa.

E se os melhores perfumes estão nos menores frascos, os e-mails mais bacanas são os que menos pipocam na caixa de entrada. São aqueles pessoais, intransferíveis, curtos ou gigantescos, com notícias bombásticas e explosivas – que podem ser boas ou ruins.

Esta semana eu recebi um desses e-mails, com fotos, de uma amiga queridíssima que eu conheci num samba no Ó do Borogodó, em São Paulo, e que hoje é mulher de um super brother. Ela está grávida do Matias e conta que no fim de semana passado viajou até Guaecá porque o pequeno queria ver o mar.

Daí tem gente que diz que o e-mail está morrendo ao lado de tantas redes sociais. Uma mentira! Porque eu também li esta semana que há 3 vezes mais contas de correio eletrônico do que a somatória de todas as contas do Facebook e do Twitter. E que o número total de páginas visitadas na internet é apenas 25% do total de e-mails enviados.

Para se ter uma ideia, todos os dias são enviados 188.000 milhões de e-mails e outros 106.000 milhões que não entraram na conta porque são considerados spam. Ou seja, cabe a nós dedicar um pouquinho mais do nosso tempo para escrever palavras bonitas e fazer com que todo esse fluxo de informação seja carregado de coisas bonitas como a foto acima, né?

Plano para 2012: fazer mais ligações, mandar mais updates e fotos para a família e para os amigos. O que talvez signifique retwittear menos e curtir menos no Facebook. Ir mais vezes ao correio também é um plano, já que este ano eu recebi duas cartas de amigas e vou te contar...

Encontrar um envelope com uma caligrafia conhecida debaixo da porta e aqueles carimbos todos não tem preço! É tão impagável que faz a gente esquecer que a única coisa que os correios entregam hoje em dia são contas e mais contas, né não?

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Postado em 13.09.2011 | 17:09 | Ana Manfrinatto
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Ana Manfrinatto

O cúmulo da invasão brasileira

O cúmulo da invasão brasileira

... em Buenos Aires, pra mim, é no mesmo dia visitar o Cemitério da Recoleta e encontrar, na tumba de Eva Perón, uma fitinha de Nossa Senhora Aparecida. Sem falar nos zilhares de turistas brasileiros que também passeavam no local em uma tarde ensolarada de domingo.

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Postado em 13.09.2011 | 17:09 | Ana Manfrinatto
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Ana Manfrinatto

O cúmulo da globalização

O cúmulo da globalização

... pra mim, é chegar ao Barrio Chino para ver a Festa da Lua e encontrar, a pouquíssimos metros de um palco com a apresentação de um dragão chinês, uma lhama vestida com trajes típicos andinos!

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Postado em 12.09.2011 | 13:09 | Ana Manfrinatto
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Divulgação

Não levei câmera e vou ficar devendo uma foto do show, sorry.

Não levei câmera e vou ficar devendo uma foto do show, sorry.

Olha, gente, vou falar que o show do Moreno Veloso no último sábado foi lindo, viu? Ele se apresentou no Niceto Club com uma formação que eu ainda não conhecia (Pedro Sá, Rafael Rocha e Bruno Di Lulo; os dois últimos da banda Tono) e foi bárbaro!

Em uma hora e meia de apresentação eles tocaram música nova, música velha, música que o Moreno gravou com a Gal, canções de ninar e as divertidérrimas Momento Macho do Pedro Sá e Samba do BlackBerry da banda Tono.

Mas a MAGIA de verdade, pelo mesmo pra mim, aconteceu quando o Nacho do Onda Vaga subiu ao palco para cantar Mambeado com o Moreno. É que essa música, além de LINDA, é a mais infalível ever para quando estou tristonha.

Ou seja, me deu piel de gallina (“fiquei arrepida”) quando eles fizeram esse bem bolado. E eu que gritei lá da plateia pedindo Deusa do Amor? E ele tocou, no bis, junto com vários sambas de roda do Recôncavo levados com um prato e uma faca.

E o Moreno é um querido, né? Falei com ele antes do show (não sou desagradável, não, é que minha amiga o conhece e foi lá dar um “oi”) e ele é sempre super simpático com todo mundo, né?

Razão pela qual não resisti e disse que há dois anos eu o havia entrevistado e perguntado se ele achava se “o amor é importante porra”. Ele riu. Assim como ria no palco e fazia várias piadinhas com a plateia em excelente espanhol.

Enfim, o show foi mágico e representou uma das atividades da primeira edição do Mês do Brasil na Argentina. E vamo que vamo porque essa semana tem Andy Summers com Roberto Menescal (amanhã!), Lucas Santtana + Tulipa Ruiz + Do Amor + Tiê + DJ Patrick Tor4 na quinta e Reggae Brasil All-Stars (Bi Ribeiro, Hélio Bentes e mais) no domingo :D

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Postado em 08.09.2011 | 15:09 | Ana Manfrinatto
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Clarín

Massa, né?

Massa, né?

Em junho deste ano rolou um boato forte de que o inglês Banksy viria a Buenos Aires para participar de uma mostra coletiva no centro cultural do Borda – um hospital psiquiátrico que tem até programa de rádio feito pelos internos.

Foi uma loucura aquela época: o evento foi anunciado no Facebook, tava todo mundo clicando em “eu vou” mas, no final das contas, tudo não passou de rumores. Mas se o Banksy não pinta Buenos Aires, Buenos Aires se pinta de Banksy!

Já que todo mundo queria tanto ver os estênciles do cara na cidade, dois artistas copiaram e pintaram a frente de uma casa abandonada em San Telmo com desenhos do Banksy. Anônima como o original, a dupla começou a pintar a pintar há dois meses e até levou uma escada.

Pelo menos foi o que um comerciante disse na entrevista para o jornal Clarín. Enfim, se você gosta de street art e quiser conferir a parada, a casa fica na altura do 1300 da calle Chacabuco :D

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