Revista TPM

 
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Postado em 03.09.2010 | 14:09 | Marjorie Fonseca
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Mais um espaço que foi criado pensando nos moradores da perifa: o Barzinho Cultural Monte Azul. é um projeto de entrosamento cultural e de expressão artística feito especialmente para o povo, com todas as apresentações gratuitas.

Todos os dias uma programação diferente, desvendando o lado bom da cultura na periferia, colocando assim o bairro do Monte Azul como mais uma opção diferente para a galera. Lá são apresentadas diversas atrações como: música, teatro, histórias, debates, dança, poesia, curtas-metragens, plásticas, brincadeiras para crianças e um ambiente criativo para pessoas de todas as idades - ás quintas-feiras são apresentados filmes de diferentes temas e gêneros. O local é aberto e serve como ponto de encontro para os amantes da cultura.

O Barzinho Cultural funciona nas instalações de uma das 3 sedes da Associação Comunitária Monte Azul, fundada pela pedagoga antropóloga alemã Ute Craemer.

Vai Lá:
Centro Cultural Monte Azul
Av. Tomás de Souza, 552 – Jardim Monte Azul

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Postado em 31.08.2010 | 16:08 | Marjorie Fonseca
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flicker.Cotexto Coletivo

    Produtos - Loja Contexto Coletivo

Produtos - Loja Contexto Coletivo

O Contexto Coletivo é uma cooperativa de artistas como: artistas plásticos e grafiteiros com diferentes habilidades que proporcionam uma programação cultural no bairro do Capão. O objetivo deste grupo consiste em distribuir cultura e uma nova visão de arte para os moradores da periferia.

Criada por um grupo de artistas urbanos, a cooperativa “Contexto Coletivo” começou seu trabalho colorindo com grafite os muros do Capão. Em 2009, inauguraram a loja do grupo, que a proposta é mostrar e vender peças de diversos artistas e desenvolver estampas, customização de roupas, chapéus e bonés, itens artesanais, acessórios, exposições, series fotográficas e  também bonecos exóticos. O objetivo é oferecer um produto feito de forma independente, autoral e, ao mesmo tempo, gerar dinheiro para esses artistas.

As peças são bastante coloridas, bem desenhadas e com estampas customizadas - ideal para quem gosta de ser diferente e ter produtos bonitos em casa. A loja “Contexto Coletivo” é um ponto de encontro artístico e cultural. Com o tempo, o grupo passou a promover festas na rua onde fica a loja, sem  nenhum custo, com os chamados Sound Systems, essas festas acontecem periodicamente, aos sábados e domingos, reunindo a galera de todos as regiões de São Paulo.

Vai Lá:
Loja Contexto Coletivo
Av. Comendador Santana, 1802.
Capão Redondo
tel: 5831-8773

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Postado em 27.08.2010 | 14:08 | Marjorie Fonseca
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Capa do livro: Favela toma conta

Capa do livro: Favela toma conta

 

Hoje quero falar sobre um lugar que abriga muitas histórias, lugar descolado e feito pelo escritor, apresentador, cineasta, ex-integrante do grupo Tribunal MC’s e presidente da Posse Função Pobre Loko – Da’Antiga – um dos veteranos do hip hop em São Paulo: Alessandro Buzzo.

Conhecido como Buzzo, já escreveu cerca de cinco livros, entre eles: "Favela toma conta" e "Pelas periferias do Brasil", além de dirigir o filme: "Profissão MC". toda sua história pode ser considerado um vencedor, e entre suas maiores conquistas está Livraria Suburbano Convicto, localizada no Bixiga, especializada em literatura marginal, e uma outra inaugurada recentemente, no Itaim Paulista.

O lugar foi elogiado por muitos escritores, como o Ferréz,  de textos classificados como  “literatura marginal”, entende muito bem do assunto.
A livraria, ém de chamar a atenção dos leitores com seus livros que retratam a literatura marginal, mostrando um lado que muitos ainda não conhecem,  de autógrafos com escritores renomados e rappers famosos. Assim chama a atenção para as palestras realizadas na livraria e promovendo debates sobre os assuntos mais diversos.


Vai Lá:
R. 13 de maio, 70. 2 andar. - Bixiga.
Seg. à sexta (das 10h às 19h) e aos sábados das 9h às 14h.

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Postado em 25.08.2010 | 15:08 | Marjorie Fonseca
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Já faz um tempo que venho ouvindo esta palavra. Em muitos momentos da minha vida: quando ligo a TV, um amigo comenta ou até quando recebo uma carta de uma entidade espiritual.
Ainda não descobri o que eu preciso fazer relacionado a esta palavra, mas já comecei a tirar minhas próprias conclusões e fui ajudar uma amiga.

Recebi uma ligação de uma colega que mora em um bairro bem pertinho do Capão, o Jardim Capelinha. Com muita vergonha, ela me disse que estava sem “mistura” na sua casa. Como a palavra ajuda está muito em alta na minha vida, resolvi ajudar. Fui com medo, porque o bairro é considerado violento. Parei em um açougue para comprar algo para levar em sua casa. Pedi para que ela me esperasse em um ponto de ônibus perto da casa dela, que eu conhecia mais ou menos.

Quando cheguei, entreguei o presente para ela e resolvi descer até a casa dela, para conversar um pouco sobre sua vida. Gosto de ouvir os outros, é bom. No caminho, tivemos que descer uma ladeira escura, com poucas pessoas pela região, e eu “distraidíssima” como sempre me vi sendo roubada por um motoqueiro que passou bem rápido e levou minha bolsa.

Bom, não tinha o que fazer, sorte que não levou meu celular nem meu cartão do banco, que estavam no bolso. Voltei para casa pensando: “Fui ajudar uma pessoa, e no fim, quem precisava de ajuda era eu”. De qualquer forma fiz minha parte, e tudo o que a gente dá, a gente recebe em dobro! Faça sua parte também.

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Postado em 04.08.2010 | 20:08 | Marjorie Fonseca
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No Capão Redondo, meu bairro, percebo que esta é a melhor época do ano, apesar do frio, para os jovens se divertirem no lugar onde moram. São inúmeras as festas organizadas pela população, principalmente as famosas quermesses de bairro. Muitos jovens se encontram e acabam se conhecendo. Muitas vezes eles não se conheciam apesar de morar no mesmo bairro, acho legal este contato. Porque lá todos se respeitam, apesar de rolar muita bebida, a galera é tranquilla.
Muitas vezes quando acaba uma festa em determinada quermesse, que normalmente fecha à meia noite, algumas pessoas chamam a galera para continuar a festa na casa deles. Não necessariamente na casa, mas na rua, com um som muito alto, tocando as músicas mais ouvidas pela galera do Capão: Funk e pagode.

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Postado em 02.08.2010 | 14:08 | Marjorie Fonseca
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                               Antes...

Antes...

 

Oi, galera! Não postei a semana passada, porque estava de férias.
Mas agora quero mostrar para vocês como ficou a transformação na comunidade do Parque Santo Antônio!
Durante muitos dias eu coloquei posts sobre o programa Agente Transforma - Projeto idealizado por Marcelo Rosenbaum, que teve o objetico de pintar todas as casas em volta da comunidade do Parque Santo Antônio. Procurei sempre falar sobre as novas ideias e sobre toda a semana Mão na Massa, que contou com muitos voluntários da comunidade, estudantes de arquitetura do Brasil, da Inglaterra, da França, funcionários da Ong Casa do Zezinho e pessoas de muitas outras áreas. Eu também participei, coloquei a mão na massa e contribuí para o desenvolvimento na favela.

Foi tão lindo ver aquelas crianças com cerca de quatro, cinco anos de idade tentando ajudar, muitas até sem chinelo, mas já entendendo o que estavam fazendo pelo bairro em que moram.

Foram muitas pessoas, muitas mesmo, que contribuíram para terminar todas as obras: parquinho para crianças, jardim em volta do campo, desenhos nos muros, pintura das casas, pintura e construção na área do campo, fazendo os bancos de reservas etc.

Quando eu cheguei no sábado para cobrir o evento, e no domingo quando aconteceu a festa de encerramento, pude realmente entender e sentir o que aqueles moradores estavam sentindo: Felicidade, acreditando que eles também podem sonhar!

Nem preciso falar muito, deem uma olhada em como ficou um dos bairros que nos anos 90 era conhecido como um dos mais perigosos da zona sul, e até de São Paulo:

 

 

Depois!!

                             Depois!!

 

 

 

                 Transformação...

Transformação...

 

 

O sorriso de uma criança é o maior presente!

O sorriso de uma criança é o maior presente!

 

 

A transformação

A transformação

 

 

 

Crianças da comunidade ajudando...

Crianças da comunidade ajudando...

 

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Postado em 22.07.2010 | 15:07 | Marjorie Fonseca
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                            A Ponte

A Ponte

 

Apesar de o Capão Redondo ser considerado por muitas pessoas um lugar perigoso, feio e ter   alto índice de violência, quero mostrar sempre pelos meus olhos, escrevendo no meu blog, que lá existe muita coisa boa, lugares para se divertir e, principalmente, ONGs para ajudar!

Terça-feira fui ao Sesc Santana, para participar mais uma vez da apresentação do documentário: A Ponte. Junto comigo estavam meu namorado, Marcos Lopes, Saulo Garroux, fundador da Casa do Zezinho, Julio, que participou do documentário e é “ex-zezinho”, Ailton, garoto que foi tirado do tráfico pelo Marcos, e o diretor Roberto T. Oliveira. O documentário conta a história da fundadora da Casa do Zezinho, Tia Dag, e a história da casa, como foi construída.
Muitas pessoas se emocionaram com o conteúdo, com as histórias dos “zezinhos”, a história do Capão Redondo. A emoção é grande, acompanhar tantas pessoas que sofrem e, ao mesmo tempo, foram ajudadas – a ideia no final das contas é nunca deixar de sonhar, e fazer com que os jovens da periferia nunca deixem de sonhar.

Ao final da apresentação, muitas pessoas estavam emocionadas. Foi aberto um debate com o público onde as dúvidas foram solucionadas. Para quem deseja assistir, fale comigo, vale a pena!

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Postado em 15.07.2010 | 13:07 | Marjorie Fonseca
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Como já vinha falando sobre o Projeto AGT, quero apenas lembra-los que a semana que as casas do Parque Santo Antônio serão pintadas, já esta chegando!

Deem uma olhada no Blog do Projeto e entenda mais sobre as cores, e sobre os moradores das casas que serão ajudados. Meu namorado, Marcos Lopes, foi um dos personagens inspiradores do projeto, e ajudou em alguns encontros para o projeto se desenvolver.

aguardem, o dia esta chegando, e as transformações já começaram!

Entrem no blog e conheça mais sobre a equipe: www.agentetrasnforma.com.br

 

 

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Postado em 14.07.2010 | 13:07 | Marjorie Fonseca
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A Favela de Paraisópolis é muito conhecida pelas atrocidades que muito já aconteceram por lá, como mortes e assassinatos. Mas ela também é muito conhecida devido aos muitos projetos existentes na região. Em 1998 foi formado o Programa Einstein na Comunidade Paraisópolis (PECP). Hoje, ela está mais forte do que nunca e conta com a participação de muitas entidades e pessoas altamente capacitadas, que ajudam e que partilham de um mesmo ideal: a união das pessoas e o desenvolvimento delas na própria comunidade.
O trabalho na comunidade de Paraisópolis é extenso e vai muito além de atendimentos médicos e odontológicos. São diversas atrações para as pessoas, tanto para jovens, como para crianças, adultos e idosos. Na área de beleza existem cursos de  maquiagem PAYOT, manicure PAYOT e design de sobrancelha. Os Cursos de teatro são dados às terças e sextas-feiras para crianças de sete a dez anos , das 9h30 às 11h30. O Curso de música que acontece às segundas, quartas, quintas e sábados para crianças e adultos de sete a vinte e um anos, no período manhã e tarde. E cursos de gastronomia: cozinheiro, culinária e confeiteiro. Para fazer esses cursos é necessário ter entre 18 e 35 anos e ser morador de Paraisópolis, além de  ter o ensino fundamental

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Postado em 13.07.2010 | 15:07 | Marjorie Fonseca
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http://www.ensaiaco.blogspot.com/

                        Programação

Programação

 

 

Para quem gosta de rap, ou para quem ainda não conhece este estilo musical muito forte na periferia, convido todos para conhecer o EnsaiAço.

Idealizado pelo escritor e rapper Ferréz, o EnsaiAço foi criado para os amantes do Hip Hop, rap nacional, que curtam uma boa letra e uma boa batida na música. O encontro de rap  acontece em um mezanino da loja da 1dasul (marca de roupa), e conta com a presença de Mc's, rappers, Dj, dançarinos e toda a galera que chegar. A ideia é reunir neste espaço os diferentes grupos de rap, e amantes da cultura Hip Hop para fazer ensaios livres, o estúdio disponibiliza todos os equipamentos. O encontro acontece toda última sexta- feira do mês. das 7 às 11 da noite. 

Vai Lá:
R. Grisson, 80-A.
Capão Redondo.

 

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