Para aqueles que gostam de desvendar os segredinhos de Nova York (em vez de comer no Balthazar e achar o máximo), procurem a Gisela Gueiros e a Ana Strumpf. Elas promovem tours por temas (artes, gastronomia, crianças, entre outros) e bairros; te levam em galerias escondidas, lojinhas charmosérrimas, restaurantes históricos. Ontem o passeio foi por Williamsburg, incluindoi uma fábrica de chocolate artesanal com direito a explicação passo-a-passo pelo chef supervisor (na foto, de branco). A dupla sabe do que fala: Gisela é formada em História da Arte e Ana é designer de interiores. Preço: 150 dólares a hora para um grupo de até 4 pessoas. $ 200 a hora para um grupo de 5 a 8 pessoas. (giselagueiros@gmail.com e anastrumpf@gmail.com).
Tania Menai

Degustação de chocolate em Williamsburg
Uma das áreas mais divertidas do High Line é uma escadaria, que lembra um teatro, que dá para uma janela de onde se vê a esquina da rua 17 com a Décima Avenida. Feia, por sinal. Mas agora a coisa ficou mais colorida. Eis o show do ator e diretor carioca Michel Melamed, que tem atraido tanta gente que mereceu ser prorrogado por mais duas semanas - até o dia 30 de outubro. Por uma hora, você senta nas escadarias do High Line e SEE, WATCH, LOOK atores atravessando a rua. E a cada atravessada, um mini-show. Imperdível. Entrada pela escada da rua 16. Quintas e Sextas `as 8 da noite. Sábados e Domingos, `as 6 da tarde. Se chover...nada feito.
Debby Goldman

SEEWATCHLOOK, do High Line, pra rua. E vice-versa.
O Rio de Janeiro acaba de ganhar mais um guia e, desta vez, altamente comemorado. Na terça passada tudo estava lindo: casa lotada na livraria da Phaidon, no SoHo, que publica os mini-guias da Wallpaper* City Guides; a fila da caipirinha (Leblon) estava mais longa que fila de banheiro feminino, o que confirma a autenticidade da festa. O guia foi editado por Scott Mitchem, por sua vez, casado com uma brasileira e traz hotéis badalados e lugares fofos como a Livraria da Travessa e o café do Parque Lage. Por 9.95 dólares, ele é todo seu.
Tania Menai

Scott, o autor do guia: o melhor do Rio dentro do seu bolso.
Aconteceu domingo passado, dia 5 de junho: 450 brasileiros e brasileirinhos fazendo quadrilha e comendo paçoca em plena Manhattan. Foi a Festa Junina da Brazil Foundation, que desta vez arrecadou fundos para a Brazil Child Health, que ajuda familias de crianças hospitalizadas no Brasil. Belíssima causa, muita animação e ingressos esgotadíssimos. Não faltou forró ao vivo, nem barraquinhas de brincadeiras, bandeirinhas penduradas, nem mesmo nomes como Alessandra Ambrósio, que levou a filha, Anja, de três anos, para se divertir. Todos fantasiados, com chapéu de palha, roupa xadrez e sardas nas bochechas. O duro foi explicar para o motorista de táxi a razão da fantasia. Mas, para falar a verdade, até isso passa desapercebido em Nova York, sô!
Brazil Foundation

Arraiá em Manhattan: Alessandra Ambrósio com a filha, Anja, no centro. E Laila (minha filha de um ano!), no colo, no canto direito.
Programão e de graça: capoeira. Isso mesmo. Em Nova York, na esquina da rua 55 com a Nova Avenida. Ali fica a academia Alvin Ailey, que pertence ao grupo mais tradicional de dança negra dos EUA. Além de classes de balé para crianças, jazz e hip hop, capoeira toma conta da grade de aulas. Mas o mais legal é que a sala principal é praticamente uma vitrine para os passantes. Gente suando lá dentro, gente congelando lá fora. E muito axé!
Tania Menai

Capoeira no Alvin Ailey: show para os passantes