Saí com a Graziela para comer uma pizza no dia de Diwali e encontramos tudo fechado. Voltamos para casa com essas imagens e uma baguete para fazer hot dog.
elka andrello
Esse templo fica bem no meio da calçada, aqui perto de casa. É bem comum encontrar templinhos como esse nas calçadas do Nepal.
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Não é vudu! Esse bonequinho simboliza a vitória sobre o ego.
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Mandalas oferecidas para a deusa hindu da prosperidade Lakshmi. Os hindus desenham uma linha que vem da mandala na rua até o altar para a deusa dentro de casa. Esse ritual é feito para atrair $$$$
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Todas as lojam fecharam e as fachadas foram decoradas com flores.
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Os hindus andavam pelas ruas com esse colar de flores, no caminho da casa dos parentes.
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Mais montação hindu.
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O deus Ganesh é o mais popular. Ele atrai prosperidade e remove obstáculos.
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Sadus pega-turista na entrada do restaurante Garden of Dreams.
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A maioria dos taxistas não trabalhou no Diwali. O jeito foi pegar um Riqueshaw.
Já faz uns 2 ou 3 dias que os meus vizinhos estão decorando a parte de fora das casas com luzes, bem parecido como decoramos as casas no ocidente na época do natal. Tudo isso para celebrar o festival hindu Tihar, como é conhecido no Nepal, ou Diwali, como é chamado na Índia. A idéia é decorar as casas com luzes e soltar muitos fogos de artifício para celebrar a vitória da luz sobre a escuridão, do bem contra o mal. Esse também é conhecido como Festival das Luzes, acontece uma vez por ano e é o feriado mais importante nessa parte do mundo.
nasa
Foto feita por satélite da Nasa mostra o Diwali desse ano na Índia
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Puja para a deusa hindu da prosperidade Lakshime feito em casa por mim, pela Gra e pela Rikke,
para celebrar o Tihar desse ano, na nossa casa no Nepal.
A gente se conheceu do jeito mais legal, assim quando duas pessoas se olham, se reconhecem e ficam à vontade para falar sobre todas as coisas da vida no mesmo momento. A minha primeira impressão foi achar você bonita, parecida com a Lilo. Depois dessa sexta-feira à noite na pista, dançando em Kathmandu, a gente não se desgrudou mais. Viramos sistas que falam sobre tudo enquanto passam sombra Channel nos olhos e sobem no salto para dançar. Na verdade celebrar a alegria de encontrar pessoas que refeltem nossas melhores qualidades. Eu com 37 anos e uma filha, a Grazi, viajando pela Ásia. Você 23, com um trabalho incrível: resgatar meninas nepalêsas do terrível trafico humano e escravidão sexual.
Faz mais de um ano que a gente se conhece e você sempre me surpreende pela capacidade de em 5 minutos reunir pessoas do mundo todo que nunca se viram antes e viram amigos na mesma hora. Nesse tempo que moro no Nepal, você nunca se esqueceu de ligar para perguntar se estou bem, e sempre faz questão de saber como anda minha vida e da Graziela. E sempre me incentiva sinceramente, coisa de melhor amiga, de sister.Esses dias eu recebi um email falando sobre seu trabalho na ONG Tiny Hands,que um dos maiores patrocinadores retirou a verba e que seu trabalho agora precisa de oxigênio financeiro para continuar. Eu como amiga que já sabia sobre compromisso e paixão por esse trabalho, fui pesquisar na internet e fiquei ainda mais admirada com o que descobri. Você coordena a inteligência de uma respeita ONG que faz o extraordinário trabalho de resgatar meninas a partir de 7 anos que são condenadas à escravidão sexual. Essas meninas são dadas pela família em falsos casamentos, ou são vendidas pelo pai mesmo. Meninas a partir de 7 anos! são traficadas pela fronteira do Nepal com a Índia num esquema extremamente organizado e eficente. Daí leio, com riqueza de detalhes, sobre crueldades impossíveis de se imaginar, ainda mais por mim que sou mãe de uma princesinha de 5 anos. Os bordeis indianos vendem essas crianças virgens, pois alguns indianos acreditam que transar com virgens cura AIDS. PQP!!!! Essas crianças são estupradas por aidéticos pelo preço de um hamburguer. E você com o seu trabalho, coordena com a maior competência, ao lado de agentes policiais americanos e nepalêses, meios de interceptar o tráfico dessas meninas através da fronteira, que tem a fiscalização totalmente corrompida pelo dinheiro, e deixam passar essas crianças e adolescentes. Quando possível vocês reencaminham para a família ou capacitam profissionalmente, para essas meninas terem uma alternativa digna, humana na vida.
Com a mesma intensidade que dói o coração ver um absurdo desses acontecer, é minha alegria em ver pessoas comprometidas e eficientes como você, fazerem a diferença. Não vou nem entrar muito em detalhes para falar sobre como as meninas são estupradas e espancadas por vários homens em sua “cerimônia de batismo”. Essa carta é para dizer queespero que você consiga o apoio financeiro que precisa para continuar. A minha admiração não cabe em palavras. Muito orgulho de você! Como a gente sempre fala uma para a outra: GO GIRL!!! Você vai conseguir o apoio que precisa para continuar com esse trabalho tão urgente e importante.
Ontém, clicando pela internet, vi a capa mega linda da Trip mostrando dois surfistas se beijando.Ao acordar (o Nepal tem um fuso horário de 8 horas a mais em relação ao Brasil), vi vários posts no meu Facebook, desde meu querido amigo Vitor Angelo que escreve o Blogay na Folha de São Paulo, até a minha mãe,compartilhando a foto da capa e elogiando a atitude da revista. Sou fã número 1 da liberdade de viver, beijar, amar, viajar, se expressar. A experiência de morar do outro lado do mundo serve como um espelho para o meu preconceito e intolerância. Viver com a minha filha de 5 anos no Nepal, me tira totalmente da zona de conforto e obriga a confrontar os meus conceitos sobre o que é bom e ruim o tempo todo, e me faz repensar uma série de coisas, o que geralmente faz muito bem para a alma. Acho incrível quando algum trabalho como essa capa da Trip provoca essa reação nas pessoas!
Essas fotos foram tirades na Primeira (e única) Parada Gay do Nepal, em agosto do ano passado. Por aqui as pessoas não “saem do armário”. Os únicos homosexuais que muito raramente vejo pela cidade, são transexuais, os famosos “lady boys”.
Depois de um tempo morando outro país a gente se acostuma com as realidades mais inusitadas, mesmo esse lugar sendo o Nepal. Eu hoje acho normal desviar de vaca na calçada, cruzar com mulheres de sari e negociar o preço do riqueshaw. Essas fotos foram tiradas com o meu celular e mostram 10 minutos super normais na minha rotina: uma simples escapadinha até o mercado na esquina. Depois de 2 anos morando na Asia é ok não ficar mais passada com cada mulher de sari que vejo pela frente, mas o que eu não devo esquecer é de sempre apreciar esses momentos, porque morar em Kathmandu pode ser desconfortável, mas é legal para caramba.
elka andrello
Caminho de casa até a avenida. Hoje, sei lá porque, essa mulher de sari chamou a minha atenção e foi irresistível parár e tirar uma foto. O seu sari azul me fez abaixar o volume do ipod e lembrar de apreciar a experiência de morar em Kathmandu.
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A maioria das mulheres que vejo usando sari nas ruas são de castas mais baixas.
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Já na avenida Lazimpat. Essa mulher é uma típica nepalêsa classe média. Todas tem esse visual, o modelo da roupa é sempre o mesmo, o que muda são as cores.
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Transporte público made in Nepal. Aqui a mão é inglêsa, ou seja, o lugar do motorista fica no lado direito. Curiosamente a maioria dos motoristas dessas lotações são mulheres.
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Parada na padaria do hotel Shangrila.
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Caixa eletrônico, os famosos ATM.
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Lembro da minha querida tia, a Dede, que fez trakking no Nepal há 20 anos, contar que tinha Coca-Cola nos lugares.
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A maioria das portas dos prédios são lindas, feitas de madeira entalhada.
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Os artistas nepalêses, na minha opinião, são os melhores entalhadores de madeira do mundo. Aqui essa é uma profissão passada de pai para filho.
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Adoro os vendedores de fruta de bike. Eles estão presentes em todas as esquinas de Kathmandu.
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Entrada da farmácia.
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Dentro da farmácia.
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O paraíso dos genéricos.
Os remédios são mega baratos aqui. Um antibiótico custa no máximo 5 reais.
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Placas secando na calçada.
As letras nepalêsas são super lindas.
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A maioria dos nepalêses são hindus. Templos como esse fazem parte da paisagem da cidade.
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Ponto de taxi na esquina. Os carros são muito velhos, caindo aos pedaços e os taxistas dirigem muito mal e sempre tentam roubar no preço. Eu fujo desses malas e faço tudo que posso a pé.
elka andrello
Eis o mercadinho da esquina!
elka andrello
Cartaz anunciando o festival de jazz super bacana, Jazzmandu. Eu vou!